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Jaci Camarão de Figueiredo-I

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Rubem Queiroz Cobra
Site original: www.cobra.pages.nom.br

Formada em Pedagogia pela FAFI, Faculdade de Filosofia da Universidade de Minas Gerais – UMG, atual UFMG, onde também veio a lecionar, Jacy Camarão de Figueiredo era filha de Carlos Alberto Marinho da Cruz Camarão e Dídima de Oliveira Camarão, e natural de Araxá, Minas Gerais.

Seu avô, João José da Cruz Camarão, morava no Rio de Janeiro, era engenheiro e, tendo a esposa falecido ao dar à luz ao filho Carlos Alberto, este foi então criado pela tia, que morava em Formiga, Minas Gerais, e veio a ser o pai de Jacy. O avô, João José da Cruz Camarão, participou da construção das ferrovias Belém-Bragança e Madeira-Mamoré, por volta de 1883/4, quando contraiu malária, vindo mais tarde a falecer desta moléstia.

Carlos Alberto, quando adolescente chegou  a estudar no Colégio Militar D. Pedro II, no Rio de Janeiro, para satisfazer a vontade paterna, porém desistiu da carreira militar e voltou para a casa da tia, em Formiga. Casou com Dídima de Oliveira, e tornou-se funcionário do Banco Comércio e Indústria de MG em Formiga. Transferido temporariamente pelo Banco para Araxá, lá nasceu Jacy, sua segunda filha, em 28 de fevereiro de 1930. Menos de um ano depois do nascimento da filha, a família retornou a Formiga. Jacy era a segunda de quatro irmãos: Maria Leonor, Jacy, Afrânio e Carlos. Exceto ela, todos os demais nasceram em Formiga.

O pai era um homem culto, dado à leitura em todos os assuntos. Foi mais tarde gerente do banco em que trabalhava, e envolveu-se com a política local, sendo nomeado prefeito do município por volta de 1940.  A família morava em uma pequena chácara próxima da cidade e Jacy estudava no Grupo Escolar Municipal Rodolfo de Almeida, para onde ia do sítio todos os dias, de bicicleta, levando na garupa o irmão mais novo.

Depois de concluir o grupo escolar Jacy começou o curso ginasial no Ginásio Antonio Vieira, em Formiga. Porém a família teve que mudar-se  novamente para Araxá, em 1945, quando Jacy contava 15 anos. Lá Jacy concluiu o curso ginasial, no Colégio São Domingos.

Jacy Camarão formou-se normalista em Araxá, aos 16 anos. Aos 17 começou a lecionar como professora primária nas Escolas Reunidas Marquês de Paraná, também em Araxá. Essa escola era frequentada principalmente por alunos da periferia e da zona rural da cidade.

Afirma sua filha Lucília Camarão de Figueiredo, professora da Universidade Federal de Ouro Preto, –  e quem generosamente nos forneceu grande parte das informações que compõem esta biografia –, que os personagens Sebastiãozinho e Expedita, que aparecem em alguns textos do livro "A Construção do Universo", de autoria de Jacy Figueiredo eram reais. As impressões e questões sobre o mundo colocadas por esses personagens neste livro foram em parte inspiradas em impressões e questões de seus alunos dessa época. Seu lazer era principalmente ir nadar quase todos os dias na piscina do Grande Hotel e Termas de Araxá, inaugurado em 1944. Desde então, a natação foi seu esporte preferido.

Em 1950 Jacy veio para Belo Horizonte pela primeira vez, para fazer o curso de Administração Escolar, no Instituto de Educação de Minas Gerais. Nesse período, morou primeiramente em um pensionato de freiras e depois em uma república de estudantes, onde fez amizades que a acompanharam durante toda a vida.  Retornou para Araxá ao concluir o curso, dois anos depois.

Voltou para Belo Horizonte em 1953, desta vez para cursar  Pedagogia na Faculdade de Educação da UFMG. Nesse curso teve a influência de grandes mestres, como Morse de Belém Teixeira, que viria a ser mais tarde seu orientador no Doutorado, Pedro Parafita de Bessa, que dirigia a Faculdade na época do golpe militar e foi cassado pouco depois, e Helena Antipoff.

Jacy Camarão tinha enorme admiração pelo trabalho da Dra. Helena Antipoff e, a convite desta, trabalhou durante o ano de 1956,  como professora do curso de formação de professores para a escola rural, no Instituto Superior de Educação Rural, localizado na Fazenda do Rosário, em Ibirité, próximo a Belo Horizonte. Obteve então a nomeação para o Instituto de Educação do Estado de Minas Gerais, e foi colocada à disposição da Rádio Inconfidência, conseguindo assim trabalhar para manter-se, e ao mesmo tempo dedicar-se ao curso de Pedagogia. Lomelino Andrade Couto (*), refere-se a ela, – que trabalhou com ele na Rádio Inconfidência –, como moça de família tradicional, que lia muito, e grande conhecedora de Fernando Pessoa. Deixou a Rádio em 1954 ou 1955, voltando a lecionar no "curso normal" do Instituto de Educação de Minas Geras. O livro de Filosofia da Educação, que publicaria mais tarde, em 1970, constitui uma compilação do material didático por ela elaborado para a disciplina de Filosofia da Educação, que  ministrou durante alguns anos no Instituto de Educação e também na Faculdade de Educação da U.F.M.G.

Ainda solteira, Jacy Camarão está arrolada entre os participantes do primeiro Congresso de Sociologia realizado no Brasil, na semana de 21 a 27 de junho de 1954, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo., promovido pela Sociedade Brasileira de Sociologia, sob o patrocínio da Comissão do IV Centenário da Fundação da Cidade de São Paulo, como parte de seu ciclo de comemorações. (**).

Jacy Camarão casou no início de 1957 com Ruy Togeiro de Figueiredo,  engenheiro, formado pela Escola de Engenharia da UFMG, onde mais tarde tornou-se também professor.  Assim como Jacy, ele veio para Belo Horizonte para estudar, tendo nascido em Cruzeiro, São Paulo. A filha mais velha do casal, Lucilia, nasceu nesse mesmo ano.  Os outros filhos nasceram logo em seguida: Carlos (1958), Ruy Júnior (1960) e Sônia (1962). Lucília Camarão de Figueiredo formou-se em Física em 1979 na UFMG, e o filho Carlos Camarão de Figueiredo em Engenharia Mecânica em 1981, também na UFMG.Ruy Junior formou-se em Matemática pela UFMG, em 1981 e Sônia formou-se em Letras, em 1985.

Em 1963, Jacy Camarão de Figueiredo passou a lecionar interinamente na Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, acumulando essa função com o magistério no Instituto de Educação. Em 1969 defendeu sua tese de Doutoramento, na UFMG, e foi efetivada como Professora Assistente da cadeira de Sociologia da Educação, na mesma universidade. Nesse ano sua mãe, dona de casa como a maioria das mulheres de sua época,  veio a falecer, após prolongada doença mental não diagnosticada, em Belo Horizonte, para onde a família havia se mudado, em 1960, na tentativa de lhe proporcionar melhor assistência médica. Seu pai faleceu na mesma cidade em 1972.

Pela Editora mineira Bernardo Álvares, Jacy Figueiredo publicou, em 1970, em dois formatos – um texto especial para o professor –, o livro Filosofia e educação: através de textos: para os colégios normais e faculdades. O titulo da capa é "Filosofia da educação". Retrabalhou o tema e reuniu os dois volumes anteriores em uma nova publicação, pela Editora Júpiter, também de Belo Horizonte, com o título Fundamentos históricos e filosóficos da educação, de 1973, que reputo o seu melhor trabalho, e do qual se fez uma segunda edição em 1976.

Em 1972, deixou o Instituto assumindo suas atividades na Faculdade de Educação em tempo integral. É dessa época, por volta de 1973, o trabalho "Reformulação do programa de treinamento do PREMEN".

Após a anistia política de agosto de 1979 publica a série Estudos Sociais para as primeiras 4 séries do ensino fundamental. Antes de serem publicados, os livros foram aplicados experimentalmente, durante uns 5 anos, em um projeto piloto desenvolvido no Centro Pedagógico da UFMG, período durante o qual foram sendo aprimorados.

Como autora-editora, publicou em 1980 A Construção do Grupo Estudos Sociais para a Primeira Serie, através da "Edições Girassol", editora criada por ela com o propósito de publicar essa obra. Utilizou o trabalho da Imprensa Universitária da UFMG, pago com recursos próprios. Em comunicação  via correio eletrônico, a Professora Lucília Camarão de Figueiredo, acima citada, conta que, quando o livro ficou conhecido, a Autora recebeu de uma única vez um pedido de 80.000 exemplares. Teve que contratar mais de uma gráfica para imprimir os exemplares, e precisou da ajuda de toda a família para embalar e despachar os volumes.

O nome "Girassol" escolhido para suas Edições suscita curiosidade, devido a algumas coincidências significativas. O nome seria, talvez, homenagem ao escritor mineiro Murilo Eugênio Rubião, que chegou a cortejá-la, e ela foi, se não o único, então um dos raros casos de paixão na vida desse talentoso contista. Indícios para isto não faltam:

Lomelino Couto, amigo e colaborador de Rubião, e que, como Jacy Camarão, trabalhava no seu Gabinete na Rádio Inconfidência, diz no Site já referido (*) : "Se alguém falar que conheceu o Murilo num momento de amor, eu te digo que talvez isso não seja muito verdade. O máximo que eu vi foi o Murilo segurando a mão de uma moça chamada Jaci (sic) Camarão, que trabalhava comigo na rádio". Ela, porém, o recusou.

Murilo Rubião havia publicado em 1978, pouco antes de Jacy Figueiredo  editar seus livros –, um volume de contos sob o título "A Casa do Girassol Vermelho". 

No jardim por trás do apartamento térreo em que morava no bairro de Santo Antônio – segundo se lembra a filha Lucília –, Jacy Figueiredo plantou um pé de girassol! – talvez um símbolo secreto de seu afeto pelo amigo que havia recusado, e que  desejou tornar perene no nome de sua Editora.

Em 1981, publica "A construção do Grupo”, tese apresentada no mesmo ano no concurso público de provas e títulos para professora titular do Departamento de Ciências Aplicadas à Educação, da Faculdade de Educação da UFMG. Em 1981 publica também Sociologia Educacional, sobre Ensino de Primeiro Grau (Ministério da Educação, Brasília) e Quem é o pedagogo brasileiro? na revista da Fundação AMAE para Educação e Cultura, de Belo Horizonte ( 14(131-132):2-10, fev./mar. 1981). .

Por ocasião do Seminário Regional do Projeto Nacional para Integração da Universidades com o Ensino do 1º Grau, realizado de 18 de outubro a 10 de novembro de 1982 na Faculdade de Educação da UFMG em Belo Horizonte, coordenado pela Professora Maria Antonieta Bianchi, Jacy Figueiredo relatou seu trabalho experimental de ensino das Ciências Sociais na escola primária, desenvolvido de 1972 até aquela data.

  É de 1984 outro trabalho na área da  Filosofia, sobre o tema da sua tese, em dois formatos, um para o professor e outro para o aluno, com o título A construção do espaço humano,  publicado em 1984 pela Imprensa Oficial do Estado, em Belo Horizonte.

Jacy Figueiredo contraiu diabetes ainda jovem e, em decorrência disso, teve algumas complicações de saúde quando atingiu a maturidade.  Aposentou-se da Universidade em 1991.Apesar de aposentada, continuou a trabalhar em uma nova versão dos seus livros de Estudos Sociais, que não chegou a concluir, vindo a falecer em 23/10/2010.
 

PENSAMENTO
 

Filosofia. A principal tese pedagógica de Jacy Camarão de Figueiredo, apresentada principalmente em seu livro Fundamentos históricos e filosóficos da educação  de 1970 e reeditado em 1973 – é original e atual. Ela considera indispensável que o professor possa identificar como ele próprio e cada um de seus alunos concebem o conhecimento das coisas, do universo, e das pessoas, para que possa criticar suas próprias posições e também melhor compreender as atitudes e o ponto de vista do aluno, e melhor educá-lo.

Jacy Figueiredo quer dar aos futuros professores aos quais leciona, a oportunidade de refletirem sobre o problema do conhecimento não apenas nos aspectos de interesse direto da Filosofia da Educação, mas como um aprofundamento no estudo da própria Filosofia, para libertá-los das formas ingênuas de interpretação das ideias. Ela afirma: "Isto é essencial para o papel do mestre - o mensageiro de cultura". Mais adiante declara: "Assim, é que nos decidimos, por vários motivos, a fazer história em torno do tema do conhecimento". Passa então a acompanhar as concepções dos filósofos sobre "o que é conhecer e quais são as vias do saber ".

Esclarece que, a partir de Kant, o conhecimento tem sido o principal tema da Filosofia. E conclui que "quaisquer explicações elaboradas pelo homem, e por ele aceitas como válidas, decorrem de sua concepção sobre o conhecimento, bem como dos procedimentos metodológicos da inteligência, em sua operação cognoscitiva".

Por exemplo: quando analisa o modo mítico do homem antigo interpretar o mundo, esclarece que o mito é também um modo de pensamento presente no homem moderno. Por isso não é sobre o conteúdo do mito antigo que devemos por nossa atenção. O que importa ver bem claro é o processo de desenvolvimento desse pensamento, para procurar identificá-lo nos mitos modernos. Para esse tópico ela recorre a um excerto do filósofo alemão Ernest Cassirer.

Assim também o sujeito que toma por verdadeiro o que pensa e as coisas que vê, sem levar em conta  o quanto seus desejos e inclinações podem contribuir para sua visão das coisas. Na explicação dessa construção realista do conhecimento ela recua a Aristóteles, filósofo para quem as coisas são como se apresentam aos sentidos.

 Por isto, para ela, é desnecessário tecer considerações minuciosas sobre a Física, a Psicologia, a Política, a Ética, a Metafísica, a Ontologia aristotélicas, por exemplo, sem que saibamos sobre qual método de raciocínio tais conhecimentos foram elaborados.

Porém a aplicação dessa tese requer um grande esforço de aprendizado do professor. Consciente disto, ela considera fundamental na formação pedagógica o estudo da Filosofia em geral, e particularmente da Teoria do Conhecimento.  Em seu livro citado – Fundamentos históricos e filosóficos da educação ela dá, nos primeiros capítulos, definições de Filosofia atribuídas a diversos filósofos. Em seguida aborda uma variedade de modos que conduzem ao conhecimento, com base nas principais correntes da Teoria do Conhecimento.Reúne nesse volume textos antigos e modernos  sobre o que é a Filosofia e sobre os processos que levam ao conhecimento.

Os filósofos escolhidos são aqueles que mais se preocuparam com a questão do conhecimento, distribuídos pela Antigüidade Clássica, a Idade Média Baixa, a Idade Média Alta, o Final do Renascimento, e as Idades Moderna e Contemporânea. Reproduz e tece comentários muito lúcidos sobre o pensamento desses filósofos, dá a sua interpretação do pensamento de cada um e propõe exercícios orientados para o seu entendimento pelo professor e pelos alunos. De um modo geral, as unidades em que divide o programa proposto aos professores para o estudo filosófico do conhecimento contêm:

a) texto de um filósofo, entre os mais expressivos da época;

b) estudo da biografia
do autor que contém a análise da situação da sociedade e do pensamento, em sua época;

c) estudo do vocabulário do texto;

d) exercícios de revisão do texto;

e) exercício de reflexão sobre o texto.

Sociologia e Ensino.  Alem deste seu empenho quanto à Teoria do Conhecimento, Jacy Camarão de Figueiredo trabalhou arduamente para implantar um modelo simples de ensino da Sociologia nas escolas do primeiro grau, através de parceria com as escolas deste nível. O seu manual A construção do grupo – Estudos Sociais para a primeira série de 1º. Grau, de 1980, editado pela Imprensa Universitária em Belo Horizonte, é citado por Ana Claudia Urban em seu trabalho intitulado Manuais de Didática de Estudos Sociais Como Fonte Para o Código Disciplinar da Didática da História(****) . O texto integra a pesquisa sobre os manuais de Estudos Sociais voltados à formação de professores.

 A autora lembra que a disciplina Estudos Sociais surgiu com a lei n° 5692/71, no currículo do recém-criado 1o. Grau de oito anos, e passou a ter o seu programa elaborado pelas Secretarias de Educação, como parte integrante do Núcleo Comum, reunindo História, Geografia e aspectos das Ciências Humanas. O que chama sua atenção no livro da Professora Jacy é a seguinte afirmação:

"A experiência pedagógica vem demonstrando que, para sustentar o prazer da criança no trabalho escolar, não é suficiente selecionar os assuntos do programa com base no seu interesse. O que mantém a alegria do aluno nas atividades de sala-de-aula são as oportunidades de criação que lhes são oferecidas. Essas atividades só serão criadas em um programa que estimula a reflexão. No curso de Estudos Sociais, o essencial é que o aluno descubra as ações que humanizam o homem, cada vez mais, diferenciando-o do animal (1980, p. 15)".

No Seminário Regional de Integração da Universidade com o Ensino de 1º Grau, realizado na Faculdade de Educação da UFMG, em outubro de 1982, o Projeto de Ensino de Ciências Sociais na Escola de 1º Grau, do qual Jacy Figueiredo era a Coordenadora, foi discutido e recomendado ao Ministério da Educação.

Pensamento político. Jacy Camarão, ainda estudante, foi muito conhecida no meio universitário.  Fábio Lucas, escritor e professor universitário mineiro, que sofreu perseguições durante os piores anos da ditadura militar (1964-1975), chegando a perder a Cadeira em que lecionava (***), entrevistado no jornal O tempo em 7-8-2009, fala da camaradagem entre o seu grupo na Escola de Direito e um grupo de moças e rapazes intelectuais de Belo Horizonte. “A musa do grupo – diz ele – era Jacy Camarão, depois professora universitária.” Amigos relatam que ela, quando estudante, frequentou algumas reuniões reservadas, de um grupo de estudantes marxistas  e o escritor citado afirma que ela esteve presa. No entanto, é possível que o marxismo não fosse uma opção política sua, e que estivesse movida apenas por seu interesse de pesquisa social.

Rubem Queiroz Cobra

 


OBRAS de Jacy Camarão de Figueiredo:

 

FIGUEIREDO, J. C. – Filosofia e educação : através de textos: para os colégios normais e faculdades . Belo Horizonte: Livraria Bernardo Álvares, 1970. 204p.

– Filosofia e educação : através de textos: manual do professor. Belo Horizonte: Livraria Bernardo Álvares, 1970. 56p. Titulo da capa: Filosofia da educação

 – Fundamentos históricos e filosóficos da educação. Belo Horizonte: Júpiter, 1973. 189p.

 – Fundamentos históricos e filosóficos da educação. 2.ed. Belo Horizonte: Júpiter, 1976. 196p.

 – Quem é o pedagogo brasileiro? [Belo Horizonte?]: [s.n.], 1978. 77 p.

 – A Construção do Grupo - Estudos Sociais para a Primeira Serie. Edições Girassol-Imprensa Universitária, 1980, 128 pags., UFMG.

 – A construção do grupo: estudos sociais para a primeira série de 1º grau : manual do professor. Belo Horizonte[MG]:  Edições Girassol-Imprensa Universitária, 1980. 56 p () .

 – Quem é o pedagogo brasileiro? AMAE Educando, Belo Horizonte, 14(131-132):2-10, fev./mar. 1981.

 – A construção do universo: estudos sociais II, manual do professor, manual do aluno e caderno de exercícios. Belo Horizonte[MG]:  Edições Girassol -Imprensa Universitária, 1982 1v.

 – Estudos sociais: a construção do espaço humano, manual do professor, manual do aluno, caderno de exercícios. Belo Horizonte:  Edições Girassol -Imprensa Universitária, 1983 1v. .

 – Estudos sociais , IV : a construção do espaço humano : manual do professor. Belo Horizonte:  Edições Girassol - Imprensa Oficial, 1984. 28p.

 – Estudos sociais, IV: a construção do espaço humano, manual do aluno. Belo Horizonte: Girassol-Imprensa Oficial, 1984. 43 p.

 – Estudos sociais: a busca de caminhos. Belo Horizonte:  Edições Girassol , 1986. 51p.

 – Estudos sociais II: a construção do universo. 2. ed. Belo Horizonte: Edições Girassol, 1987. 35 p.

– A construção do universo: estudos sociais II, caderno de exercícios. 3ª. ed. Belo Horizonte[MG]:  Edições Girassol , 1991 45 p.

 – A construção do grupo: estudos sociais I, [manual do aluno]. 3ª. ed. Belo Horizonte[MG]:  Edições Girassol - Imprensa Universitária, 1993 96 p.

 – A construção do grupo: estudos sociais I, [manual do professor]. 3ª. ed. Belo Horizonte[MG]:  Edições Girassol -Imprensa Universitária, 1993 16 p.

 – A construção do espaço humano: estudos sociais III, manual do aluno. 5ª. ed. Belo Horizonte[MG]:  Edições Girassol -Imprensa Universitária, 1994. 89 p.

 – Estudos sociais, III: a construção do espaço humano, manual do professor. 5ª. ed. Belo Horizonte:  Edições Girassol -Imprensa Universitária, 1994 18 p.

 – A construção do futuro: estudos sociais IV, textos de atividades e caderno de exercícios. 5. ed. Belo Horizonte[MG]:  Edições Girassol -Imprensa Oficial, 1994. 48 p.

 – A construção do futuro: estudos sociais para 3. serie da escola de 1. grau. Belo Horizonte[MG]: [s. n.], 1994. 139 p .

 – Estudos sociais II : a construção do universo, texto e atividades. Belo Horizonte:  Edições Girassol , 1995, 91 p.

 – A construção do espaço humano: estudos sociais III, caderno de exercícios. Belo Horizonte[MG]: Edições Girassol -Imp. Universitaria, 1995 65 p.

 – Estudos sociais II: a construção do universo, manual do professor. Belo Horizonte:  Edições Girassol , 1995 14 p.

FIGUEIREDO, JACY CAMARÃO DE; TEIXEIRA, MORSE DE BELÉM; UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Contribuições ao estudo da cultura escolar. 1973. [manuscrito enc.] .

OLIVEIRA, Therezinha de Freitas Rodrigues; FIGUEIREDO, Jacy Camarão de. Reformulação do programa de treinamento do PREMEN. [Belo Horizonte]: UFMG/PREMEN/SEE, [1990] 301 p.

 

Rubem Queiroz Cobra

(*) http://www.mondoweb.com.br/murilorubiao/teste05/murilianas.aspx
(**) Anais do I Congresso Brasileiro de Sociologia da S.B.S., S. Paulo, 1955.
(***)http://www.jornaldepoesia.jor.br/flucas.html
(****) Anais Eletrônicos do IX Encontro Nacional dos Pesquisadores do Ensino de História
18, 19 e 20 de abril de 2011– Florianópolis/SC - http://abeh.org/trabalhos/GT07/tcompletoana.pdf

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R.Q.Cobra
Doutor em Geologia
e bacharel em Filosofia.
29-06-2011

Direitos reservados.
Para citar este texto: Cobra, Rubem Q. - Jacy Camarão de Figueiredo. Site www.cobra.pages.nom.br, INTERNET, Brasília, 2011

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