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DESENHO DA CASA CONFORTÁVEL 

Página escrita por
Rubem Queiroz Cobra
(Site original: www.cobra.pages.nom.br)

 

A moradia interessa a Boas-maneiras como ambiente em que se dá o relacionamento familiar e onde ocorre grande parte do relacionamento social das pessoas. Se o espaço é exíguo, ou se a casa é mal dividida, torna-se mais difícil para os familiares transitarem, conversarem, fazerem juntos e de modo aprazível as refeições, receber e dar festas, ou ter cada um sua privacidade. É mais trabalhoso manter a ordem, a limpeza e a decoração. Considerando que superar tais dificuldades significa também poder viver com mais dignidade, no projeto de uma casa nova, ou reforma de uma já em uso, é indispensável atentar para certos requisitos importantes.

A moradia ideal da família compreende em geral um apartamento e suas áreas de circulação e lazer, ou uma casa com seu quintal e jardim. No primeiro caso, poucos constroem o prédio onde estará o seu próprio apartamento. No segundo caso, embora o imóvel usado seja muito negociado, a maioria constrói sua casa em terreno que adquire ou que lhe é doado. A estes últimos é que procuro passar nesta página algumas idéias e advertências vindas da minha experiência de construtor no Recife, algumas décadas atrás.

Fig. 1

O Arquiteto. Devido a ser um artista, o arquiteto está naturalmente pouco propenso a aceitar as idéias do seu cliente. Apesar disso, há aqueles menos impositivos que se conformam em trabalhar o desenho que o cliente lhe apresenta, limitando-se a aplicar seu talento estético nos acessórios, dando estilo a sacadas, janelas, beirais, e escadas, ou sugerindo materiais sofisticados para o acabamento. Porém, poucos deles têm tempo para analisar demoradamente com seu contratante todos os aspectos da residência que precisam ser levados em conta. Então, ainda que esteja contratando um projetista, o proprietário deve buscar algum conhecimento a respeito de planejamento arquitetônico para entender-se mais rapidamente com esse profissional.

O terreno. Há uma certa margem de correção que se pode aplicar a um terreno. Se for úmido, ele pode ser drenado; se é em aclive, boa parte da sua inclinação poderá ser corrigida mais tarde, com um aterro sustentado por um muro de concreto armado, desde que a casa seja projetada com fundações até à altura prevista para o futuro aterro.

A resistência do solo também precisa ser conhecida, pois é um elemento importante de segurança. Em geral outras casas já construídas nas proximidades darão uma boa idéia a respeito. Se apresentam rachaduras, é provável que a área seja de terreno pouco resistente. Se as paredes são todas firmes, será bom saber dos proprietários como foram feitas suas fundações. Havendo alguma dúvida, é imprescindível ouvir um engenheiro-civil a respeito, e pode mesmo ser o caso de encomendar-lhe um estudo geotécnico, sobretudo se a idéia é construir dois pisos, porque neste  caso o perigo e o prejuízo potencial são muito maiores.

Taxa de ocupação e afastamentos. O proprietário precisa conhecer as disposições municipais aplicáveis à construção para fins residenciais na área em que pretende construir. Uma delas é a taxa de ocupação permitida para a construção, e outra é a que fixa os afastamentos obrigatórios desta em relação às divisas do terreno.

Se a metragem que restar, após as deduções, for pequena para as aspirações de morada do proprietário, há o recurso de dividir o projeto em térreo e primeiro andar. Esta é uma solução que inclusive tem um leque de outras vantagens. Permite uma melhor distribuição dos cômodos nos dois pisos, e que a parte superior da casa seja reservada ao descanso, com sua privacidade mais protegida, enquanto a atividade diária desenvolve-se mais desembaraçadamente no piso térreo. A casa com primeiro andar tende a ter uma aparência fidalga e, por reduzir o tamanho do telhado, não será muito mais cara que aquela somente térrea. Por essa razão tem sido preferida em áreas onde os lotes são de tamanho muito reduzido, 

O desenho acima não é a sugestão de um projeto. Destina-se apenas a mostrar ao leitor a grande área que uma casa medianamente ampla ocuparia, se realizada em apenas um piso. Ainda que se reduzissem os espaços no seu interior, sua área excederia de muito o limite de ocupação de um lote popular. Nesse caso a opção é construir um segundo piso.

O sol e os  ventos. O lado da casa que está voltado para o Nascente estará frio quando o sol bate em suas paredes pela manhã, e o contrário se dá com o lado voltado para o Poente: o sol da tarde bate em paredes que já se aqueceram pela elevação da temperatura externa durante o dia. Do lado do sol poente, portanto,  a casa ficará duplamente aquecida.

Em razão do calor, a posição do sol da manhã será um elemento importante para o projetista a fim de, tanto quanto possível, colocar no lado menos quente os cômodos de dormir e as salas de estar e jantar, deixando para o lado mais quente a área de serviço onde inclusive poderá ser estendida roupa para secar. No andar de cima, em geral os banheiros ocupam o lado poente.

Os ventos também são levados em conta, porque deles depende a ventilação dos cômodos. Na escolha do terreno é interessante observar se os ventos não trazem poluição de alguma ordem na sua direção. O projeto precisa ser “vazado” o que significa que entrando por um lado, o vento possa sair por outro, criando uma corrente de ar refrescante. Sobretudo na compra de apartamentos, é uma condição fundamental que tenham janelas dos dois lados do prédio e que a sala e os dormitórios estejam do lado nascente.

Estas preferências quanto à posição do sol e dos ventos podem, porém, ser suplantadas por outras, por exemplo, quando existe uma vista magnífica do lado poente que se deseja que possa ser descortinada da sala de estar.

Os quartos.  O padrão mais simples para um quarto não pode ser apenas o espaço para uma cama de casal com dois criados junto à cabeceira e um armário embutido. Deve caber também uma mesinha e uma poltrona e uma arca ao pé da cama para guardar cobertores e travesseiros extras. Se o quarto for destinado a um hóspede, precisa ter uma pequena escrivaninha com uma luz para leitura em cima, e a cadeira. Esse espaço a mais permite também a colocação de um berço junto à cama, ou de uma colchonete quando necessário.

É indispensável que as janelas tenham telas, para que possam permanecer abertas sem darem entrada a insetos que picam e impedem um sono tranqüilo. Nenhuma postura municipal faz essa exigência nem mesmo onde existem epidemias de doenças transmitidas por mosquitos, o que é de causar espanto.

A tela nas janelas e portas não influirá na temperatura, desde que não seja muito fina, e que a disposição dos cômodos permita a corrente de ar. Se a abertura entre os seus fios for reduzida apenas ao suficiente para não permitir a passagem de insetos voadores, a tela não prejudicará a ventilação. Onde o clima é quente, com ou sem tela a casa demandará ventiladores ou ar condicionado para amenizar o calor.

O material. Cimento de boa marca, telhas e tijolos bem cozidos e sem rachaduras (o som pode revelar o grau de cozimento e se há rachaduras), madeira seca que não vá depois recurvar-se e deformar o telhado, fiação elétrica de boa qualidade, interruptores silenciosos, entre outras coisas, farão a diferença. Em poucos anos reduzirão o valor do imóvel ou seu conforto, se mal escolhidas.

A cerâmica não pode ser escolhida apenas pela sua beleza, conforme o gosto do proprietário. Precisa ter o grau de dureza próprio para a finalidade a que se destina. O vendedor raramente alerta o comprador sobre este particular, mas existe o grau de dureza mínimo para as peças destinadas ao piso, para que a cerâmica não sofra esfoliação com o caminhar das  pessoas. Também os azulejos devem ter boa resistência para aceitar cortes precisos e não se partirem facilmente com o simples manuseio.

O banheiro. O banheiro social, que todos os residentes podem usar, deve ter livre acesso; não pode abrir para um dos quartos. Deve ter espaço para, além das peças mais comuns, permitir a movimentação desembaraçada de quem o utiliza e local para cabides de toalhas e roupas.  É preciso lembrar que é o local também para tratamento dos cabelos, e que precisa de um banco para facilitar cuidados como depilação e hidratação da pele, e boa iluminação. O quarto do casal e o quarto de hospedes devem ter seu próprio banheiro, para maior conforto e privacidade. A ventilação pode requerer um aspirador que jogue o ar para fora da residência através de uma tubulação, detalhe a ser incluído no planejamento. São necessários porta toalhas fixos para as toalhas de banho e de rosto.

O boxe do chuveiro precisa ter no mínimo 80x90 cm, ou será difícil para a pessoa executar os movimentos próprios do banho. O ralo do chuveiro não pode ficar diretamente sob a pessoa que toma banho.O Chuveiro ajustável, tanto para dosagem de água quente e fria como para a abertura ou concentração do jato de água e seu direcionamento; alças de apoio nas laterais internas do boxe dão mais segurança, quando o corpo está apoiado apenas em um dos pés; nicho ou suporte para sabonete, esponja e escovas para as costas completam o interior do boxe.

A posição das peças é definitiva, porque estarão vinculadas à rede de abastecimento e saneamento. Mais que nos demais cômodos da casa, no banheiro sua própria estrutura incorpora elementos permanentes de decoração que são principalmente o revestimento, o box do chuveiro, a banheira, o formato da janela, o tipo de pia, os modelos das torneiras e registros, e o desenho do piso. Os lustres devem ser de material resistente à ferrugem para que fiquem protegidos dos vapores de água quente. Também o chuveiro quente é melhor posicionado  próximo à janela ou ao exaustor, para que esses vapores não se condensem no teto formando pingos dágua e danificando a pintura.

Embora sejam recursos estéticos muito apreciados o brilho e  a criação de dois ou mais níveis no piso do banheiro, o recomendável é que este não tenha degraus nem seja escorregadio.

A necessidade do isolamento acústico requerido como proteção da intimidade da pessoa que o utiliza conflitam com a necessidade de ventilação e claridade, motivo porque a construção do banheiro é sempre um projeto especial, mesmo nas moradias mais simples. Certos ruídos inevitáveis devem ficar abafados entre suas quatro paredes. Uma porta mais pesada melhora o isolamento acústico, principalmente nos banheiros no centro do apartamento, ou de casas pequenas.

Sala de jantar e visitas. Levando-se em consideração o espaço por pessoa na sala de jantar, as dimensões da sala de visita deverão ser no mínimo o triplo. Em uma casa de mais luxo, os aprestos para um jantar serão ocultados dos convidados que se reúnem na sala de visita, se entre esses cômodos não houver uma visão muito direta, ou se for colocada uma porta larga de vidro fosco decorado que será aberta quando a anfitriã anunciar que o jantar está servido.

Copa, cozinha, despensa e área de serviço. Estes cômodos precisam ter espaço suficiente não apenas para os equipamentos (pia, geladeira, freezer, máquina de lavar pratos, máquina de lavar roupa, secadora, tanque, armário para vassouras, o aspirador de pó e a enceradeira; armário de produtos de limpeza, mesa de passar roupa, etc.) mas também de espaço para as atividades que lhes são próprias. A dispensa não deve estar com fundo para locais úmidos como banheiros e lavanderias. Prateleiras em placa de concreto revestidas de azulejo branco com peças curvas para as quinas, e paredes também azulejadas, normalmente garantem ambiente frio e seco. A porta da dispensa deve ter um pequeno retângulo de treliça para permitir o equilíbrio de pressão ao se fechar sua porta.

Corredores e portas. Quando tenta colocar todos os cômodos da residência em um único piso, o proprietário pode ser levado a estreitar os corredores e, conseqüentemente, também as portas. Um corredor deve permitir que duas pessoas passem uma pela outra, o que equivale à largura somada dos seus ombros, em média um metro e dez centímetros. Com uns poucos centímetros a mais, já será possível colocar quadros nas paredes, e se for ainda um pouco mais largo poderá ter um console com um espelho pendurado na parede ou um vaso de flores em cima.

As portas nunca devem ter menos de oitenta centímetros de vão, salvo as dos banheiros, da dispensa e de outros cômodos menores, que podem ter um mínimo setenta centímetros. Portas com menos de oitenta centímetros tornam-se intransponíveis, quando se trata de levar uma peça de móvel de um cômodo para outro.

Escadas. O corrimão é obrigatório, tanto para escadas internas (afixados às paredes de cada lado) quanto para as externas. A escada é confortável se os seus degraus são todos iguais em altura (espelho) e profundidade. As medidas estão padronizadas na média de dezessete e meio centímetros para a altura e cerca de trinta centímetros para a profundidade. Escadas com degraus muito estreitos invariavelmente produzem quedas que deixam marca permanente nas nádegas da pessoa.

Escadas de jardim podem ter o espelho menor e uma profundidade de piso bem maior, em até mais de metro, o que significa alternar o subir e o caminhar. Porém o piso dos degraus se tornam desconfortáveis quando são inclinados como pequenas rampas entre os degraus.

O número de degraus é dado pela diferença de altura entre os pisos (não é o pé direito que vale) e a distância entre as verticais no início e fim do espaço disponível. Um patamar é intercalado quando a distância entre essas verticais é maior que o número possível de degraus, ou quando se deseja um momento de descanso para as pernas, em meio à subida. Patamares facilitam a mudança na direção da escada em noventa ou cento e oitenta graus melhor que a introdução de degraus triangulares. O espaço no início ou no final da escada, entre esta e alguma parede fronteira, deve ser pelo menos igual à própria largura da escada.

Os prendedores do corrimão pegam por baixo da peça, para não ferir os dedos de quem desce a escada correndo as mãos por eles para se apoiar. Não são colocadas colunas ou cabeçotes mais altos que a barra do corrimão, além dos que estão fixados no piso inferior e no superior, ou no piso de um patamar.

Na prevenção de acidentes, além de incluir os corrimões, e de alongar a profundidade do piso do degrau, o proprietário deve atentar ainda para mais um cuidado: não empregar material escorregadio na escada. A construção em concreto e o revestimento em madeira apenas envernizada, porém sem laca e sem enceramento muito freqüente, talvez seja a melhor opção. Também certos tipos de granito e de mármore têm certa aderência, mesmo após o polimento, e podem ser seguros. As bordas dos degraus devem ser ligeiramente arredondadas, para não se tornarem muito cortantes, no caso de ocorrer alguma queda.

 

 

Fig.2

Bar-doméstico. Pode ser desde um simples console provido dos utensílios mínimos para servir bebidas, até um cômodo vinculado à parte social da residência, com prateleiras, geladeira, balcão, pequena pia de água corrente, e equipamento destinado ao serviço de bebidas. Difere essencialmente da adega ou cava por ser de uso social e não ser climatizado.

Respeitado o limite em que a bebida alcoólica é prazerosa e inclusive boa para a saúde, o bar não gera nenhum inconveniente. A bebida moderada faz parte natural de um coquetel que precede um jantar íntimo ou de uma recepção ou de uma festa familiar, ou mesmo de momentos de descontração no lar. O bar doméstico pode ser acrescentado ao projeto arquitetônico como parte da sala de visitas, o que não  aumentará sensivelmente o custo da construção. O mármore e alguns granitos devem ser evitados no balcão, devido a serem atacáveis por ácidos de frutas como laranja, abacaxi e limão, empregadas no preparo de coquetéis.

Os pisos. É vastíssima a variedade de pisos colocados no comércio especializado, e o proprietário deverá atentar para pelo menos três aspectos que precisa considerar: o grau de dureza do material, a rusticidade ou finura do material e a harmonia entre as cores que vai empregar nas diferentes áreas da casa. Material rústico como pedras e madeira ao natural vão bem para áreas externas como churrasqueiras e varandas, enquanto uma área de serviço precisa de material liso e duplamente resistente; os pisos internos devem ter alto grau de dureza para não descasarem nem ficarem arranhados com marcas de objetos pontudos. Em imóveis menores, é melhor que o piso seja igual em vários cômodos do mesmo conjunto funcional (copa e cozinha; ou sala de visitas, de jantar e escritório, etc.), porque a variação de um cômodo pequeno para outro tem impacto estético desagradável.

Equilíbrio do projeto. Ao projetar, o proprietário deve afastar qualquer tendência contrária ao equilíbrio funcional do seu projeto, e atender a todas as funções da casa com uma correta distribuição das áreas e suas respectivas interligações, sem voltar sua atenção para uma função única. Por exemplo, planejar bem a área de recreação, enquanto os dormitórios são mal planejados, introduzir uma escadaria suntuosa,  mas que está no local errado, criar uma ampla cozinha e ter um cubículo como escritório, etc. Embora possa privilegiar um dos cômodos para uma atividade ampliada, os demais não devem ser sacrificados em espaço, ou na ligação que devem ter normalmente com as outras áreas da residência.

O pé direito – que é a distância entre o assoalho e o forro ou o revestimento pronto da laje do teto, deve ser exatamente igual em todos os cômodos do mesmo piso. Não é uma boa idéia colocar teto mais baixo na ala dos dormitórios, nas regiões de clima quente, porque essa redução aumenta a sensação de abafamento e calor no cômodo.

Intercomunicação. Quartos não abrem para salas nem para outros quartos ou para a cozinha, mas para um corredor ou pequeno vestíbulo. Banheiros não podem estar separados entre si por paredes baixas, um recurso que alguns proprietários usam para aproveitar um único vão de ventilação.

A sala de jantar tem uma conexão necessária com a copa e a cozinha, além de sua ligação com a sala de visitas. Esta última comunica-se com o hall de entrada, a sala de jantar e a varanda ou terraço que dá para a piscina. Em uma construção de maiores dimensões, o andar de cima –onde ficam os quartos –, necessita dois acessos: uma escada principal e de mais luxo que desce para o hall, e outra, mais simples, para uma área interna de serviço, junto à copa.

As despesas. O projeto e a construção, quando confiados a um arquiteto ou a um empreiteiro, normalmente são pagos no vencimento de certas etapas fixadas de acordo com a conveniência do proprietário e as necessidades do construtor para realizar cada uma delas. A primeira geralmente corresponde à aprovação do projeto, e cobre não apenas os desenhos das plantas e as taxas municipais, mas também o material para as fundações. A segunda parcela de ordinário recai sobre a finalização das fundações e da estrutura de concreto, inclusive da laje do primeiro andar; a terceira é paga ao final da estrutura do andar superior e assim sucessivamente, até a conclusão da obra. O proprietário precisa de um contrato escrito, e não está obrigado a fazer adiantamentos ou pagar valores superiores ao calculado para cada etapa. Esse sistema também permite que a construção seja realizada por partes, quando o proprietário não dispuser de recursos para concluí-la em um único empreendimento.

Rubem Queiroz Cobra

Lançada em 02/04/2008

Direitos reservados.
Para citar este texto:
Cobra, Rubem Q. - Desenho da casa confortável. Site www.cobra.pages.nom.br, INTERNET, Brasília, 2008
("www.geocities.com/cobra_pages" é "Mirror Site" de www.cobra.pages.nom.br).

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