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ÍNDICE

 

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VERBETES E ÍNDICAÇÃO GERAL DAS PÁGINAS DE
  Boas-maneiras e Etiqueta

Página escrita por
Rubem Queiroz Cobra
(Site original: www.cobra.pages.nom.br)

 

A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V X Y W Z 

Q-R

Q

Queijos. V.p.f a página O queijo.

   
 
 

Fig. Q-1

Quimono. Roupa usada por homens e mulheres japonesas, como vestimenta no dia a dia (geralmente muito colorido) e, com desenho especial, para a prática de lutas marciais (geralmente branco). Tem como característica ser traspassado à frente e fechado por meio de uma faixa, larga ou estreita, ajustada na cintura, Fig. Q-1. Em muitos casos, seu uso e corte equivalem ao robe ocidental.

Quitinete. [do ingl. Kitchenette] Cozinha minúscula que aproveita pequeno espaço subtraído a uma sala ou quarto, geralmente parte de um apartamento de sala e quarto conjugados, ou de um só cômodo.

R

Recepção. Evento social formal – se organizado segundo uma Pauta protocolar –, ou solene –, se coordenado por um Cerimonial e regido por um Protocolo –, em que existe a figura de um anfitrião que convida e recebe seus convidados para algum tipo de entretenimento como um jantar, um chá, um coquetel, etc. Os diversos episódios da recepção como os cumprimentos à entrada, o coquetel que  antecede um jantar, a distribuição dos convidados à mesa, o serviço, o aparelhamento da mesa de refeições, etc., constituirão a Pauta protocolar do evento e obedecem a Boas-maneiras e à Etiqueta. Pessoas que gostam de recepcionar têm vida social intensa.

NOTA. O convite do anfitrião para um jantar íntimo, um coquetel ou um café ou um chá indica sua amizade e desejo de compartilhar com amigos momentos de prazer. Quando se trata de uma recepção festiva, a formalidade não altera esse princípio. Está errado o anfitrião que convida por um impulso de exibicionismo, em evidente ostentação e orgulho daquilo que tem, a magnificência de sua casa, a riqueza de suas coleções, etc.  Não deve procurar impressionar mas apenas viver com os convidados momentos de felicidade. esta é a verdadeira “arte de receber”. Sua sinceridade fará feliz cada um de seus amigos, mesmo que os pratos sejam simples, e o vinho ou o champanhe não são importados mas foram bem escolhidos.

Os anfitriões recebem os convidados à porta com um sorriso caloroso, sem ter pressa em passar de um a outro que chega, como se estivesse ansioso pela chegada de alguém mais importante.

 

 
 

Fig. Q-2. Réchaud redondo.

 Não se convida um grande número de pessoas que se encontrarão pela primeira vez nessa ocasião, a menos que sejam pessoas públicas, ou já se conheçam por via de videoconferências, troca de correspondência, ou por qualqueroutro meio.  Ainda que sejam pessoas interessantes e que o anfitrião tenha interesse em reunir, há o risco de que não se entrosem e a conversação se torne difícil e entremeada de embaraçosos silêncios. Os convidados, em consideração aos anfitriões, despedem-se na hora oportuna, sem prolongar demasiado sua presença. Permanecer muito tempo após o serviço de jantar, chá ou coquetel obriga a anfitriã, certamente já cansada, a pensar em algo mais para oferecer.

Ritual. A observação atenta de alguns rituais pode nos levar a uma idéia com certeza bastante correta do que eles são. São as seqüências de procedimentos distribuídos em vários papeis que são fixos, e têm suas vestimentas e instrumentos próprios. Observamos também que o objeto do ritual é uma ação afirmativa relativa a alguma coisa que é o seu objeto, por exemplo, ações que simbolizam o voto de união perene no casamento, ou enfatizam, celebram ou comemoram a passagem a um novo status, ou simbolizam uma homenagem como nos rituais de cerimônias cívicas. Cabe ao Ritual, na sua encenação, nas suas palavras, e no uso de seus objetos e vestimentas, promover a exteriorização e estimular o sentimento afim com o significado social da Cerimônia de que ele é parte, Sabemos que por traz do ritual existe uma cultura, e que as culturas se mantêm vivas graças aos seus rituais. Finalmente observamos algum grau maior ou menor de manifestação de sentimentos pelos participantes da cerimônia, que é estimulada pelo ritual em relação ao seu objeto. Cerimônia e ritual portanto, não se confundem, mas se mesclam. Um ritual pode ser inserido em todo tipo de evento social, mas uma cerimônia não pode existir sem compreender um ritual. O ritual segue a Liturgia que o estabeleceu, quanto às pessoas que tem um papel nele, mas a ordem de preferência na distribuição dos lugares entre os participantes da cerimônia enquanto assistem ao ritual é do Protocolo

NOTA. O ritual, quando realizado solitariamente, é praticado, e não celebrado. Ex: Todo dia pratica um ritual matinal de orações.

Réchaud. Utensílio constituído de uma Espiriteira (V.p.f.) adaptada a um suporte para panela ou travessa, na qual uma comida com molho, ou uma sopa, é mantida quente pela chama do pequeno fogareiro. Tem um abafador giratório com uma haste para regular a intensidade do fogo (Fig. Q-2).

Restaurante. V.p.f. a página Restaurante.

Riso. O riso denota surpresa com o desfecho imprevisto de um fato. Ele é contagioso e provoca no outro no mínimo um sorriso. Conter o riso pode ser uma necessidade em certos momentos, para não embaraçar alguém, não ofender, não faltar com a solidariedade e caridade devida quando alguém comete um lapso de linguagem, leva um tombo de forma grotesca, etc.

NOTA. Há, obviamente, uma escala quanto ao riso, em que ele, na sua expressão mais discreta, é o sorriso e, no extremo oposto, uma gargalhada.

Riso-amarelo. Sorriso ou riso relutante com o qual se busca esconder um embaraço.

Ritual. É um conjunto fixo de práticas seqüenciadas, distribuídas em um ou vários papeis; têm suas vestimentas (paramentos) e instrumentos próprios, e é definido em um protocolo oficial ou particular, fundado em uma tradição histórico-cultural cívica, militar, religiosa ou folclórica, e cuja finalidade é envolver seus personagens na expressão de um sentimento afim com o objeto específico da cerimônia em que se integra. Exemplo: ações que simbolizam um voto perene, enfatizam, celebram ou comemoram a passagem a um novo status, ou simbolizam uma homenagem como nos rituais de cerimônias cívicas, e os que são arrolados como “magia negra”. Por traz do ritual existe uma cultura, e as culturas se mantêm vivas graças aos seus rituais.

NOTA. O Ritual tem os seus lances espacial e cronologicamente pré-fixados e, como uma peça teatral, o seu mise en scene, com a atribuição dos papeis às pessoas e sua movimentação na seqüência da representação. Seus personagens seguem papeis invariáveis, como é o caso, p. ex., do sacerdote e demais participantes no ritual do casamento, ou do sacerdote e do sacristão em uma missa católica. Mas há que lidar com certas situações especiais, e também com um número variável de participantes o que termina por exigir encontrar critérios para fixar a precedência para a participação nas respectivas funções. Por exemplo, um casamento em que o pai da noiva está ausente e precisa ser substituído, ou uma missa concelebrada por vários clérigos, incluindo bispos, monsenhores e padres.

Encontrar critérios e aplicá-los, para mover o ritual no sentido de atingir adequadamente seu propósito cabe ao Protocolo. O Ritual, na sua encenação, nas suas palavras, e no uso de seus objetos e vestimentas, promove a exteriorização e estimula em seus participantes o sentimento afim com o significado social objeto da Cerimônia em que está inserido, além de lhe emprestar sua estrutura cênica. É indispensável salientar esse aspecto do Ritual na sua definição, para que o seu significado inclua essa contribuição fundamental que empresta às cerimônias.

Ritualística. é a disciplina que estuda as formas, procedimentos, finalidades a história e o significado emocional dos rituais nas diversas sociedades e culturas.

Rosto. O rosto é nosso cartão de apresentação principal. Contem um grande número de informações de interesse social. Uma pessoa sagaz, analisando os traços, os movimentos e o tratamento do rosto de alguém, pode intuir muita coisa sobre a sua personalidade, de modo que suas respostas em relação ao outro serão influenciadas por esses sinais.

Roupa. V.p.f. a página Roupa.

Roupa, combinação-das-cores. V.p.f. a página Roupa, combinação-das-cores.

Roupa-de-trabalho. V.p.f. a página Roupa-de-trabalho.

Roupa-de-viagem. V.p.f. a página Roupa-de-viagem.

Rum. Bebida alcoólica produzida pela fermentação e destilação do açúcar de cana. A concentração alcoólica alcança 45 a 50 por cento. Os escuros têm gosto mais forte que os brancos.

2001/2009
R.Q.Cobra
 

Direitos reservados. Texto impresso original depositado no Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional. 
Para citar este texto:
Cobra, Rubem Q. - Verbetes de Boas-maneiras e Etiqueta. Site www.cobra.pages.nom.br, INTERNET, Brasília, 2001/09
("www.geocities.com/cobra_pages" é "Mirror Site" de www.cobra.pages.nom.br).

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Rubem Queiroz Cobra